quarta-feira, maio 11, 2005

Olhar a Guanabara

quarta-feira, abril 06, 2005

Por que?

terça-feira, abril 05, 2005

Boçoroca

ou Voçoroca. Erosão provocada por águas pluviais.

segunda-feira, abril 04, 2005

Diálogo


Poema n.º 5 ( mensagem aos poetas )

— Creia,
há atitudes incompatíveis com o meio,
há suicídio em cada omissão.

Não vos falo por fora,
com meias palavras,
nem com sofismas borrifados de "marrom glacê".

— Ser poeta é um duro ofício.
— Principalmente ser verdadeiro!
— Principalmente ser verdadeiro,
mesmo sem ser poeta!

— Há grandes verdades clamando por reparos.
— Há reparos que já precisam ser reparados.
— E tudo isso grita!
— E em cada grito uma voz a ser consolada.

— Não existe modo de hospitalizar-se a voz.
— Não existe modo de anestesiar-se a voz!

— Por isso é duro o ofício.
— Principalmente ser otimista!
— Principalmente ser otimista,
dentro da balbúrdia do hospital.
— Onde o doente é doente.
— Onde a enfermeira é doente.
— Onde o médico é doente.
— Onde doente é o padre com quem vós
vos comungais aos domingos.

— É duro ser otimista.

— Acreditar que a voz possa chegar às fronteiras.
— Acreditar na lenda da trombeta de Jericó.
— Crer que um beijo possa invadir nossa ilha.

— É muito duro ser otimista.
— Principalmente ser verdadeiro.
— Principalmente ser verdadeiro e ser otimista!

— Mesmo sem ser poeta!

autor: Dalton Porto

Meninos mergulhando

Cuscuta polimorfa



Esta praga está se alastrando pelas ruas de Niterói, RJ. Já vi vários hibiscus sofrendo e fui atrás de uma solução. Mensagem recebida através de nosso grupo de estudos sobre plantas:

Como eliminar praga macarrão

Chamada de “macarrão”, a Cuscuta polimorfa, também conhecida como fios-de-ovos, cabelo-de-anjo, cipó-dourado, cipó-chumbo, é um parasita muito difícil de extirpar, pois é um vegetal sem folhas, sem clorofila e sem raízes. É constituído apenas dos fios amarelos dos quais saem pequenas estruturas que penetram na planta hospedeira para retirar a seiva.

“Esse parasita, um problema grave nos EUA, chegou ao Brasil com sementes de alfafa”, conta o professor de Biologia e Manejo de Plantas Daninhas da Esalq/USP, Ricardo Victorio Filho. Ele explica que o parasita tem predileção por algumas plantas, e na cidade de São Paulo, por exemplo, costuma proliferar na coroa-de-cristo, parasitando ainda hibiscos e resedá.

O combate deve ser feito, sempre que possível, extirpando-se a planta parasitada junto com o parasita, substituindo-a por uma muda que deve ser acompanhada, catando-se manualmente a cuscuta assim que aparecer, para que não prolifere.

Sendo possível, pode-se retirar o parasita da planta, mas é trabalhoso e serviço a longo prazo, para evitar a reinfestação.


Fonte: Suplemento Agrícola do jornal O Estado de SP

domingo, abril 03, 2005

Praia de Jurujuba, Niterói - RJ

Dizem que uma imagem vale mais que mil palavras...